Parashá Terumá

B´´H

Pérolas

Shabat Zachor

Neste Shabat, como Mitsvá da Torá, temos de ouvir a leitura de Amalek – o povo que nos atacou ao sairmos do Egito. Temos a obrigação de erradicar sua lembrança.

Parshat Terumá

“[…] E eles me trarão uma contribuição.” (Shemot, 25: 2)

Com relação à oração, é dito: “Melhor um pouco com as intenções adequadas do que muito sem as intenções adequadas.” Porém, no que diz respeito à tsedaká (caridade), “muito sem as devidas intenções” também é bom! O objetivo principal de fazer tsedaká é ajudar os outros; a motivação por trás da ação é fator secundário. Em termos simples, quanto mais dinheiro é doado, mais bem poderá dele resultar.

(Baal HaTanya)

“[Em cima da Arca Sagrada] E você fará dois Querubins de ouro.” (Shemot, 25:18)

Conforme explicado no Midrash, todos os utensílios do Santuário poderiam ser feitos de outro metal caso o ouro não estivesse disponível – exceto os Querubins. Os Querubins eram os únicos que outro material – além do ouro – não era aceitável. Com rostos de crianças, eles simbolizam as crianças judias e a necessidade de lhes proporcionar uma educação judaica. Na verdade, a posição dos Querubins no topo da Arca Sagrada nos lembra do primado desta nossa obrigação, pois quando se trata de ensinar Torá às crianças e apoiar a educação judaica, apenas nossos melhores esforços servirão.

(Maharam Shapira de Lubin)

“Da tampa (em si) você deve fazer os Querubins.” (Shemot, 25:19)

Os Querubins eram moldados juntamente com a tampa da Arca Sagrada e não soldados ou nela anexados. Com isso, aprendemos que transmitir a educação judaica adequada – até mesmo aos nossos filhos pequenos – é um princípio básico e necessário para guardarmos a Torá integralmente.

(Rabino Yosef Ber de Brisk)